segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
Época e Veja, mesma capa, tudo igual
Tanto trabalho, tanto estudo, tantas idéias ... para uma fazer a mesma coisa que a outra.
Bom... aí está a prova de que são iguais mesmo.
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Parabéns São Paulo!
São Paulo por Washington
Olivetto
Alguns dos meus
queridos amigos cariocas têm mania de achar São Paulo parecida com
Nova York. Discordo deles.
Só acha São Paulo parecida com Nova York quem não
conhece bem a cidade. Ou melhor, quem
a conhece superficialmente e imagina que São Paulo seja
apenas uma imensa Rua Oscar Freire.
Na verdade, o grande fascínio de São Paulo é parecer-se com
muitas cidades ao mesmo tempo e, por isso mesmo, não se parecer com nenhuma.
São Paulo, entre muitas outras
parecenças, se parece com
Paris no Largo do Arouche, Salvador na Estação do Brás, Tóquio na Liberdade,
Roma ao lado do Teatro Municipal, Munique em Santo
Amaro, Lisboa no Pari, com o Soho londrino
na Vila Madalena e com a pernambucana Olinda na Freguesia do
Ó.
São Paulo é um somatório de qualidades e
defeitos, alegrias e tristezas, festejos e tragédias. Tem
hotéis de luxo, como o Fasano, o Emiliano e o L'Hotel,
mas também tem
gente dormindo embaixo das pontes. Tem o deslumbrante pôr-do-sol do Alto de Pinheiros e a
exuberante vegetação da Cantareira, mas
também tem o ar mais poluído do país.
Promove shows dos Rolling Stones e
do U2, mas também promove acidentes como o da cratera
do metrô e o do avião da TAM em Congonhas. São Paulo é sempre surpreendente.
Um grupo de meia dúzia de paulistanos significa um
italiano, um japonês, um baiano, um chinês, um curitibano e um
alemão. São Paulo é realmente curiosa. Por
exemplo: têm
diversos grandes times de futebol, sendo
que um deles leva o nome da própria cidade
e recebeu o apelido 'o mais querido'.
Mas, na verdade, o maior e o mais querido é o Corinthians, que tem nome
inglês, fica perto da Portuguesa e foi fundado por
italianos, igualzinho ao seu inimigo de estimação,
o Palmeiras. São Paulo nasceu dos santos padres
jesuítas, em 1554, mas chegou a
2007 tendo como celebridade o permissivo Oscar Maroni, do afamado Bahamas.
São Paulo já foi chamada de 'o túmulo do
samba' por Vinicius de Moraes, coisa que
Adoniran Barbosa, Paulo Vanzolini e Germano Mathias provaram não ser
verdade, e, apesar da deselegância discreta de suas
meninas, corretamente constatada por Caetano Veloso, produziu
chiques, como Dener Pamplona
Abreu e Gloria Kalil.
Em São Paulo se faz pizzas melhores
que as de Nápoles, sushis melhores que os de Tóquio,
lagareiras melhores que as de Lisboa e pastéis de feira
melhores que os de Paris, até porque em Paris não existem pastéis, muito menos os de feira.
Em alguns momentos, São Paulo se acha o máximo, em outros um horror. Nenhum lugar do planeta é tão maniqueísta.
Em alguns momentos, São Paulo se acha o máximo, em outros um horror. Nenhum lugar do planeta é tão maniqueísta.
São Paulo teve o bom senso de imitar os botequins cariocas, e agora são os cariocas que andam imitando as suas imitações paulistanas.
São Paulo teve o mau senso de ser a
primeira cidade brasileira a importar a CowParade, uma
colonizada e pavorosa manifestação de subarte urbana,
e agora o Rio faz o mesmo.
São Paulo se poluiu visualmente com
a CowParade, mas se despoluiu com o Projeto
Cidade Limpa. Agora tem de começar urgentemente a
despoluir o Tietê para valer, coisa que os ingleses
já provaram ser perfeitamente
possível com o Tâmisa.
Mesmo despoluindo o Tietê, mantendo a
cidade limpa, purificando o ar, organizando o
mobiliário urbano, regulamentando os projetos
arquitetônicos, diminuindo as invasões
sonoras e melhorando o tráfego, São Paulo jamais será uma cidade
belíssima. Porque a beleza de São Paulo não é fruto
da mamãe natureza, é fruto do
trabalho do homem.
Reside, principalmente,
nas inúmeras oportunidades que a cidade oferece, no clima
de excitação permanente, na mescla de raças e
classes sociais. São Paulo é a cidade em que
a democratização da beleza, fenômeno gerado pela miscigenação,
melhor se manifesta.
São Paulo é uma cidade em que o corpo e
as mãos do homem trabalharam direitinho, coisa
que se reconhece observando
as meninas que circulam pelas ruas.
E se confirma analisando obras como
o Pátio do Colégio (local de fundação da cidade), a
Estação da Luz (onde hoje fica o Museu da Língua
Portuguesa), o Mosteiro de São Bento, a Oca,
no Parque do Ibirapuera, o Terraço Itália, a Avenida Paulista,
o Sesc Pompéia,
o palacete Vila Penteado, o Masp, o
Memorial da América Latina, a Santa Casa de Misericórdia, a Pinacoteca e mais uma infinidade de lugares desta cidade que não
São Paulo não é geograficamente
linda, não tem mares azuis, areias brancas nem montanhas recortadas. Nossa surfista mais famosa é a
Bruna, e nossos alpinistas, na
maioria, são sociais. Mas, mesmo se levarmos o julgamento
para o quesito das belezas naturais, São Paulo
se dá mundialmente muito bem por uma razão
tecnicamente comprovada.
Entre as maiores cidades do mundo, como Tóquio, Nova York e Cidade do México, em matéria de proximidade da beleza, São Paulo é, disparado, a melhor. Porque é a única que fica a apenas 45 minutos de vôo do Rio de Janeiro. O mais importante é que com essa
São Paulo by Tom Jobim
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
O Sem Zoeira está mudando. Aguardem novidades
Novidades vem por aí.
Peço que aguardem e me acompanhem pelo Twitter (@ivonerocha), pois informarei quando o novo Sem Zoeira estiver pronto.
Abraços!
Ivone Rocha
Peço que aguardem e me acompanhem pelo Twitter (@ivonerocha), pois informarei quando o novo Sem Zoeira estiver pronto.
Abraços!
Ivone Rocha
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
quinta-feira, 14 de julho de 2011
Administração Kassab: os dois lados da notícia
Com tantas notícias negativas sobre a administração Kassab, nos últimos dias, o G1 noticia alegremente, nesta quinta-feira (14/7), que nas próximas semanas o prefeito de São Paulo vai iniciar a conversão de áreas públicas em creches.
A notícia negativa é publicada somente no final do texto: “A venda de uma área pública no Itaim Bibi, na Zona Oeste de São Paulo, provoca polêmica porque no terreno funcionam atualmente uma biblioteca, uma unidade básica de saúde, uma creche, uma unidade de educação infantil e uma Apae.”
Para quem não sabe, os vereadores, coleguinhas do Kassab, aprovaram no início de julho gordos aumentos de salários dele, de sua vice-prefeita, Alda Marco Antônio, e de seus secretários. Só para se ter uma idéia, o salário do prefeito subiu, em 10 meses, de R$ 12 mil para R$ 20 mil.
Os secretários terão seus vencimentos aumentados de R$ 6 mil para pouco mais de R$ 19 mil, a serem vigorados a partir de 2012.
O salário da vice-prefeita aumentará de R$ 10 mil para mais de R$ 21 mil.
E não é só isso
Sabe o caso da tragédia do desmoronamento de terra de Cidade Ademar? Pois é, reportagem do Diário de S.Paulo com o título “Morro dos Macacos vive sob o domínio do medo” mostra o temor da população do risco de um novo deslizamento, tal como o que ocasionou a morte de uma criança de três anos e uma adolescente
grávida de 17 anos.
Segundo o jornal, 80 famílias já foram retiradas, mas ainda faltam 200 famílias que não saíram ainda porque não conseguem encontrar casa pelo valor mensal de R$ 300 que é o “aluguel social” pago pela Prefeitura.
Outro jornal paulista, o Agora São Paulo, publica um comparativo entre os gastos da Prefeitura com obras nas zonas de risco e as despesas de publicidade oficial. Enquanto a administração municipal desembolsou, neste primeiro semestre de 2011, R$ 54,8 milhões com propaganda, com o Morro dos Macacos (na Cidade Ademar) destinou somente R$ 5,5 milhões. O que se percebeu ser absolutamente insuficiente para atender a população
daquele local.
E tem mais...
Entre as 19 áreas públicas que tiveram a venda aprovada pelos colegas do prefeito da Câmara Municipal de S.Paulo, tem a do Itaim Bibi, citada acima, que merece destaque. É que no local há creche, escola infantil, uma biblioteca e uma Apae. Sabe para onde vão todos esses equipamentos? Nem o prefeito sabe. Ou seja, o risco de todos acabarem é grande.
É esse o prefeito que temos. É esse que foi eleito pela maioria da população.
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Prefeitura de São Paulo
quarta-feira, 13 de julho de 2011
Jabor, por que tanto ódio nesse seu coração de manteiga?
Não é possível o contrário, o Arnaldo Jabor tem algum trauma relacionado do ex-presidente Lula. Durante os oito anos em que Lula foi presidente, o nobre comentarista de alguma coisa na CBN só sabia criticar.
Agora, em seus comentários, ele não pára de falar do Lula. Tudo é culpa do Lula.
Primeiro, ele queria o Serra no governo, depois o Alckmin. Achou que ressaltar a todo momento o mensalão faria os mais de 80% da população brasileira mudar a opinião sobre o Lula. Não conseguiu. Perdeu duas vezes...
Agora, resolveu investir na Dilma, provavelmente para mostrar que, apesar de falar muito bem do FHC e de sua turma, é apartidário e só pensa mesmo no Brasil (tá, vou fazer de conta que acredito).
Ele andou dizendo que a Dilma é diferente do Lula, que acredita nela e tudo o mais, e que não consegue fazer um bom governo porque ainda sobre os problemas deixados pelo seu antecessor. Até do Palocci ele falou bem, apesar de toda a imprensa massacrar o pobre.
Hoje, novamente falou do coitado do Lula. Só que agora parece que está pegando mais pesado.
Sem zoeira, Jabor, conte para nós o que te aflige. O que você pediu e o titio Lula não deu???
quinta-feira, 7 de julho de 2011
Pesquisa: como você usa a internet e participa do processo político brasileiro?
O Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE) que lançou a campanha “Ficha Limpa”, que a partir de 4 de junho de 2010 virou lei, está promovendo pesquisa online para saber como as pessoas usam a internet e como participam da política brasileira.
Além de nortear diversas ações políticas e sociais, contribuindo para o aumento da democracia participativa, os resultados dessa pesquisa levarão a um melhor entendimento da relação do cidadão com a internet.
A pesquisa
Nesse trabalho, o MCCE tem a parceria do Instituto de Desenvolvimento da Alemanha (IDA), órgão independente. Para participar, basta acessar o formulário eletrônico. As questões serão respondidas entre 10 e 15 minutos (não mais do que isso).
“As informações fornecidas serão tratadas de forma completamente confidencial e não serão divulgadas a outras pessoas. Os resultados, compilados de forma anônima, serão utilizados para a condução de futuras campanhas de mobilização social e para publicação em revistas científicas”, esclarece o IDA.
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