domingo, 19 de setembro de 2010

Qual a diferença entre eles? Na política, nenhuma

Do ponto de vista político, não existe qualquer diferença entre candidatos como Tiririca, Mulher Pêra, KLB, Netinho, Ronaldo Esper, Vampeta, Marcelinho Carioca, Tati Quebra Barraco, Agnaldo Timóteo, entre outros. Na minha opinião, todos têm o mesmo propósito: se eleger para atender a interesses pessoais. E o pior: COM O DINHEIRO PÚBLICO! COM O NOSSO DINHEIRO!

Respeito a todos eles em suas profissões, mas os repudio em relação à política.

Até quando teremos que aguentar essas bizarrices? Até quando a mídia continuará dando poder e força a esse tipo de personagem? Até quando a mídia de massa vai exercer esse papel de desinformação junto ao eleitorado?

Sem zoeira, NÃO PODEMOS ELEGER "TIRIRICAS"! ISSO IRÁ NOS PREJUDICAR AINDA MAIS!

Veja como foi a entrevista de Tiririca à Folha.com.

Analistas atribuem a culpa do fenômeno Tiririca a "partidos fracos".

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Senac lança dois novos cursos de pós em Comunicação

Em primeiríssima mão, anuncio duas pós-graduações em Comunicação que o Senac-SP (Lapa-Scipião) estará lançando em 2011. Confira

- Produção e Gestão Jornalística:
Especialização (Lato Sensu) jornalística a profissionais de outras áreas, que desejam atuar como repórteres, editores, colunistas, comentaristas etc. O curso deverá contar médicos, advogados, economistas, engenheiros, arquitetos, entre outros, os quais terão entendimento geral da prática jornalística.
Os temas abordados serão planejamento editorial, técnicas de apuração, entrevistas, edição, redação etc.


- Gestão da Comunicação Integrada
Este curso de pós-graduação Lato Sensu vai formar gestores  com visão multidisciplinar da comunicação integrada no ambiente corporativo, tanto de empresas quanto de agências de comunicação. O aluno terá uma visão ampla dos segmentos da comunicação. Para isso, terá em um mesmo curso visão de marketing, planejamento, assessoria de imprensa, RP, comunicação interna, branding, análise do ambiente contemporâneo, canais, redes de relacionamento, entre outros.

Além desses dois cursos, terá também inscrições para novas turmas do curso de Gestão da Comunicação em Mídias Digitais. Este iniciou em 2010 e já conta com duas turmas.


Aguarde mais informações nos próximos dias no site do próprio Senac-SP.

Só posso adiantar que, SEM ZOEIRA, esses tendem a ser cursos de referência entre as pós de Comunicação.

domingo, 12 de setembro de 2010

Ombudsman da Folha comenta as injustiças do jornal com a Dilma

Depois de mais de 45 mil "tuits" contra a campanha anti-Dilma da Folha, Ombudman se manifesta.

Agora cabe a nós, eleitores ou não da Dilma, registrar a injustiça. Já que o público que lê o Ombudsman (creio eu) é infinitamente menor do que o que lê as chamadas de primeira página do jornal, precisamos reproduzir.

Vejam o texto do Ombudsman na folha de hoje:

OMBUDSMAN




SUZANA SINGER - ombudsman@uol.com.br @folha_ombudsman

O ATAQUE DOS PÁSSAROS

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A manchete de domingo desencadeou uma onda anti-Folha no Twitter, que o jornal ignorou

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A FOLHA VEM se dedicando a revirar vida e obra de Dilma Rousseff. Foi à Bulgária conversar com parentes que nem a candidata conhece, levantou a fase brizolista da ex-ministra, suas convicções teóricas e até uma loja do tipo R$ 1,99 que ela teve com uma parente no Sul. Tudo isso faz sentido, já que Dilma pode se tornar presidente do Brasil já no primeiro escrutínio que disputa.

Mas, no domingo passado, o jornal avançou o sinal ao colocar na manchete "Consumidor de luz pagou R$ 1 bi por falha de Dilma". O problema nem era a reportagem, que questionava a falta de iniciativa do Ministério de Minas e Energia para mudar uma lei que acabava por beneficiar com isenção na conta de luz quem não precisava.



Colocar uma lupa nas gestões da candidata do governo é uma excelente iniciativa, mas dar tamanho destaque a um assunto como este não se justifica jornalisticamente.

Foi iniciativa de Dilma criar a tal Tarifa Social? Não, foi instituída no governo Fernando Henrique Cardoso. É fácil mexer com um benefício social? Não, o argumento de que faltava um cadastro de pobres que permitisse identificar apenas os que mereciam a benesse faz muito sentido. Existe alguma suspeita de desvio de verbas? Nada indica.

O lide da reportagem dava um peso indevido ao que se tinha apurado. Dizia que a propaganda eleitoral apresenta a candidata do PT como uma "eficiente gestora", mas que "um erro coloca em xeque essa imagem". Essa tem que ser uma conclusão do leitor, não do jornalista.



Uma manchete forçada como a da conta de luz, somada a todo o noticiário sobre o escândalo da Receita, desequilibrou a cobertura eleitoral. Dilma está bem à frente nas pesquisas de intenção de voto e isso é suficiente para que se dê mais atenção a ela do que a seu concorrente, mas, há dias, José Serra só aparece na Folha para fazer "denúncias". Nada sobre seu governo recente em São Paulo. Nada sobre promessas inatingíveis, por exemplo.

Os leitores perceberam a assimetria. Durante a semana, foram 194 mensagens à ombudsman protestando contra o noticiário, mas o maior ataque ocorreu no Twitter, a rede social simbolizada por um pássaro azul, que reúne pessoas dispostas a dizerem o que pensam em 140 caracteres. Até quinta-feira passada, tinham sido postadas mais de 45 mil mensagens anti-Folha.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Futebol vence a política por 28 a 5

Cada vez mais eu me dou conta de que a política está (MUIITO) em baixa. No debate de ontem ficou claro que as pessoas são muito mais torcedoras do que eleitoras. Até parece que todo mundo já está decidido e quem votar. Mas, sem zoeira, o jogo estava muito mais emocionante. A gente notava disputa efetiva e esforço dos lados em ser classificado, em mostrar um bom espetáculo.

O resultado foi uma audiência de 28 pontos da Globo, na transmissão do jogo entre São Paulo e Internacional pela Taça Libertadores, contra 5 da Band, com a apresentação do debate, segundo noticiou o Bluebus.

Entre os candidatos a presidente, existia muita cautela. Não parecia haver interesse em expor propostas, objetivos, conceitos ideológicos e políticos. Ficou claro que a preocupação maior, pelo menos entre os dois que lideram as pesquisas, era a de se defender do que poderia vir de ataque. Os outros dois estavam pegando as rebarbas. Nesse sentido, o Plínio foi mais esperto.

Para nós, eleitores, isso é muito pouco, não nos dá base para decidir. Precisamos conhecer mais do que os projetos, queremos saber sobre suas personalidades, características pessoais, como temperamento, sentimento em relação ao próximo, solicitude, solidariedade, entre outros. Isso porque é a essa pessoa que depositaremos nossas esperanças de ver um país melhor e mais justo. Os que estavam ali eram seres fabricados pelo marketing, portanto, totalmente mascarados.

Quando eu digo que a política está em baixa é porque nos faltam nomes, opções. Quando você não sabe quem escolher é porque, das duas uma, ou há muitas opções ou não há opção alguma. E é isso o que percebemos quando conversamos com as pessoas. Ou seja, faltam políticos, mas sobram indivíduos que visam seus próprios interesses e que estão enfronhadas na política. E nós, na pura ingenuidade ou ignorância (no sentido da palavra), os colocamos ali. Depois, comparamos a política à corrupção.

Sem zoeira, fazer política não é isso. Segundo Aristóteles, “a tarefa da Política é investigar qual a melhor forma de governo e instituições capazes de garantir a felicidade coletiva.”

Todo esse cenário que estamos vendo afasta os cidadãos de bem da política. É preciso um esforço da mídia em resgatar o valor da política como instituição. Só assim vamos perceber que política e futebol são tão distintos, que não têm termos de comparação.

sábado, 31 de julho de 2010

Alguém espera coisa menos pior do Collor?

Parabéns ao jornalista Hugo Marques, IstoÉ, pela postura low profile diante da ameaça do senhor senador da República Fernando Collor.

Realmente, surpresa mesmo foi a reação do jornalista, de não querer apresentar queixa e de "deixar prá lá", porque a ação do senador, de total destempero, todos nós já estamos acostumados, não é senador Pedro Simon?

Ouça a ameça do "poderoso Collor".

domingo, 25 de julho de 2010

Verdes também comem feijoada?

Sem zoeira, eu não entendi nada do que li no Terra: candidatos do PV, incluindo a Marina Silva, se reuniram para um almoço na casa de Fábio Feldman. No cardário, feijoada.

Feijoada entre os verdes??? Como assim???



segunda-feira, 19 de julho de 2010

Nem muito ao mar nem muito à terra

Quando vemos candidatos se digladiarem, até entendemos... e até gostamos. Afinal, quem não gosta de ver barracos? Mas, barracos entre jornalistas??? Ataques pouco escrupulosos entre profissionais de comunicação??? Isso já é demais!!!

Está se tornando comum a ação de jornalistas renomados e de grande bagagem  tomando partido de um ou de outro candidato (ou partido político) de forma feroz em seus blogs.

De um lado, Augusto Nunes, da Veja, em seu blog faz ataques escrachados à Dilma e ao PT. Ele chega ao ponto de criticar comentários pessoais no Twitter de Marcelo Branco, responsável pelas redes sociais de Dilma. Às vezes até parece despeito.
De outro lado, Paulo Henrique Amorim se utiliza até de termos irônicos para bater em Serra e o PSDB. Ele vai até mais longe, com críticas ferrenhas a alguns profissionais de imprensa e veículos de comunicação. Ele usa com frequência a sigla PIG (Partido da Imprensa Golpista) para atacar colegas contrários à sua ideologia política.

Isso tudo, sem falar no Blog do Noblat, que se empenha para a queda da candidata do PT. Esse, até pouco tempo tinha mais estilo, mais classe nos ataques. Mas agora está entrando no mesmo jogo.
Sem zoeira, não fico de lado algum.