domingo, 23 de maio de 2010

PORQUE ou POR QUE? Será que o G1 sabe?



A Globo está precisando URGENTEMENTE da consultoria do professor Pasquale, para dar umas aulinhas aos seus repórteres. O jornalista Amauri Stamboroski Jr., em reportagem de capa do G1, neste início de domingo (23 de maio) publicou "porque" junto, por duas vezes seguidas, em pergunta ao cantor Zezé Di Camargo.

A reportagem é sobre o novo disco da dupla sertaneja.

Que feio, hein????

Professor Pasquale, socorra o G1, pelo amor de Deus!

Quem tiver interesse em ver a reportagem completa, segue a imagem.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

TOPA um vídeo muito legal sobre alfabetização?

Tava eu navegando pelo YouTube e de repente parei e me emocionei com um vídeo muito legal feito pelo governo da Bahia. É um vídeo que mostra uma senhorinha de 100 anos, toda feliz, dizendo que agora já consegue tomar um ônibus sem precisar de ninguém. É que ela acabou de ser alfabetizada. Dá prá perceber, tranquilamente, que o depoimento foi espontâneo, embora ela estivesse diante de uma câmera.

Sem zoeira, vale a pena ver...



Ivone Rocha

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Sem zoeira, inveja mata, né Jabor...?


Que o TUCANO Arnaldo Jabor fale mal do Lula, tudo bem, já estamos acostumados. Mas falar mal justamente depois do que saiu na "Time"?




Logo depois do anúncio de que o presitente Lula havia sido indicado pela revista "Time" como um dos 25 líderes mais influentes do mundo, vem o Arnaldo Jabor falar na CBN em defesa do FHC, pode?


Ele se prestou ao papel de criticar a fala de Lula, feita em cadeia nacional ontem, por conta do Dia do Trabalho. Em defesa de FHC, Jabor falou (mais uma vez) que o presidente não diz que quem iniciou o processo de melhoria da economia do Brasil foi o seu antecessor. E blá blá blá, blá blá blá, blá blá blá.


Só gostaria de lembrar ao digníssimo comentarista que esta é a segunda vez que Lula aparece entre os 25 maiores líderes do mundo. E que o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama recentemente disse que o Lula "é o cara". Isso não é por acaso. E o FHC?


Ora Jabor, vá falar do que você entende... Afinal, do que você entende????? Ah, de cinema...

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

O que faltou na Confecom de São Paulo

A 1ª Conferência Nacional de Comunicação da Cidade de São Paulo, realizada neste último fim de semana (dias 13 e 14) poderia ter sido muito mais proveitosa e estimulante, não fossem dois cruciais problemas:

1º - a divulgação se limitou aos movimentos sociais organizados
Se estamos tratando de um evento de elevado grau de importância, haja vista a falta de entendimento das pessoas sobre como eleger corretamente seus representantes públicos, como limitar as discussões a grupos politicamente formados?

Todas as vezes que eu era abordada no evento, me perguntavam: “de que movimento você é?” Quando eu respondia “de nenhum”, as pessoas me olhavam como se eu fosse uma estranha ali, como se me perguntassem, “o que você está fazendo aqui, então?”

Por que não houve uma divulgação ampla e não foram convidados todos os cidadãos? Com a palavra os organizadores.

2º - Apresentação das propostas
Faltou organizar o formato da apresentação das propostas e a participação do público. Com a apresentação feita em forma de leitura de algo que a platéia não visualizava, houve muita dispersão.

Além disso, o número de propostas por grupo deveria ter um limite máximo, priorizando-se ao mais prováveis de serem discutidos nas demais conferências. Assim, os grupos teriam o trabalho de organizar melhor e formular melhor cada uma. Vale lembrar que propostas mal interpretadas e mal formuladas podem nem serem consideradas.


Enfim, um evento como esse, se fosse bem divulgado e organizado, teria a força necessária para fazer valer a voz de São Paulo. Notei que a equipe organizadora teve a melhor das intenções, mas as falhas ocorreram e poderiam ser evitadas.

Saiba como foi o evento.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Rádio Metropolitana de São Paulo pode estar envolvida no trote do “falso Lula”

Emissora é suspeita de passar um trote para a rádio australiana SBS , com a entrevista de alguém que se passava pelo presidente

Questões colocadas e problemas técnicos na entrevista levaram a jornalista Beatriz Wagner a desconfiar do entrevistado , o suposto presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ela procurou o colega Luciano Borges, correspondente da emissora no Brasil, para ajudar na investigação. Ele, tão logo postou o caso em seu blog, chamado blog do Boleiro, já recebeu retorno dos usuários que diziam tratar-se de uma brincadeira do programa Chupim, da rádio Metropolitana.

Ao saber do caso, da Austrália, a jornalista comunicou ao ministro da Comunicação Social, Franklin Martins. Antes, ela soube que a mesma entrevista havia sido concedida a uma rádio no Canadá e a outra em Angola.

Como tudo aconteceu
Beatriz Wagner foi contatada por e-mail por um homem dizendo-se assessor que se identificou como Caio Martins. Ele sugeria uma entrevista de Lula para falar da segurança do Rio de Janeiro nos jogos olímpicos.

Em princípio, ela desconfiou pela baixa qualidade da ligação, o que não é comum para uma linha da Presidência da República, conforme ela mesma conta no áudio que tem um trecho da entrevista do falso Lula. Depois, quando o falso Lula disse conhecer bem a Austrália, o que ela duvidou, pois em 15 anos que trabalha naquela emissora, nunca soube da presença do presidente. Outra desconfiança surgiu quando o entrevistado chamou o presidente americano, Barack Obama de “meu amigo escurinho”.

Ao ouvir um trote do programa Chupim, da Metropolitana, à rádio Nacional de Angola, o correspondente da SBS percebeu ter o mesmo teor da entrevista concedida à Beatriz.A rádio Metropolitana informou ao Comunique-se que não vai se pronunciar.

domingo, 1 de novembro de 2009

Garota da Uniban

O que foi aquilo?


Uma menina chega na faculdade com um vestido estilo minissaia e passa a ser hostilizada por "todos"?


Nada justificaria uma atitude como aquela. A não ser ... A não ser que fosse algo já planejado. Quem ganharia com aquilo? A garota, que passa a ter a mídia (entenda-se aqui a imprensa) em seu favor? A universidade? Alguns alunos?


Eu já vi trajes muito mais ousados sem qualquer reação. Por que toda essa repercussão agora?


Alguma coisa tem aí...


Isso é bom para programa sensacionalistas, como o de um tal de Geraldo Brasil, da Record, que acabei de ver no YouTube e cuja imagem foi obtida de lá.


Alguma coisa tem aí... A história não é só a que estamos vendo... Na minha opinião.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Lula no CQC. Quem falou foi a dona Marisa, porque o presidente já dormia


Não sei se você viu o final do programa CQC, do Marcelo Tas, da Band, ontem. Se viu, vale o meu comentário, se não viu ficará sabendo agora.


Eu achei muito legal o Marcelo Tas ligar para a residência do presidente Lula e a dona Marisa o atender, dizer que estava assistindo ao programa e conversar ao vivo com o pessoal. Os apresentadores queriam ser os primeiros a dar os parabéns ao presidente, já que passara da meia noite. E dona Marisa, gentilmente e com a simplicidade que lhe confere disse: "o presidente está dormindo, ele teve um dia muito cansativo".


Para quem não viveu o período militar como eu vivi (é certo que vivi o final dele), fique sabendo que isso é inédito. "Nunca antes na história desse país", como diz frequentemente o presidente, tivemos uma cena como essa. Nem dona Ruth Cardoso (que Deus a tenha) que estava tão envolvida com as causas sociais e - ao que tudo indicava - próxima da massa, seria solícita assim a uma ligação de um programa popular de TV aberta.


Não quero aqui - de forma alguma - defender politicamente o Governo, ideais etc. Até porque também tenho algumas divergências. Quero apenas dizer que me sinto muito feliz em ver que estamos avançando do relacionamento autoridade/povo. Eu sei, vocês vão falar: mas trata-se do Marcelo Tas e de seu programa que todo mundo conhece. Mas, mesmo nesses casos, isso nunca acontecia. E eu vejo como um passo para, quem sabe, um dia podermos, qualquer um de nós, ligar para o presidente e ajudá-lo a tomar ações de políticas públicas e, sobretudo, de cidadania que sejam de interesse de todos.