Há certas coisas que nos deixam envergonhados do nosso país. Esse caso do vazamento da prova do Enem, que seria neste fim de semana, surgiu como uma bomba para todos. Como é possível alguém imaginar que conseguiria vender as informações da prova? Como é possível haver cidadão capaz de tamanha ação vexatória?
Vivemos um momento muito importante para o Brasil, do ponto de vista econômico e de relações internacionais. Isso é bom? Claro que é! Porém, há um ponto negativo aí: ficamos mais sucetíveis a críticas pois somos mais vistos pelo mundo.
E, justamente agora, vem um cidadão e comete um crime desses.
Eu amo o Brasil, muitas vezes (como agora) me envergonho dos brasileiros.
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
terça-feira, 29 de setembro de 2009
Agnaldo Timóteo quer mudar no nome do Parque Ibirapuera
Essa é mais uma demonstração de que há vereador que não tem o que fazer e quer aparecer
O vereador Agnaldo Timóteo (PP) protocolou projeto na última quinta-feira (24/9) que propõe mudar o nome do Parque Ibirapuera para Parque Michael Jackson. Essa é mais uma demonstração de que ele não conhece a cidade de São Paulo.
A reportagem está no Estadão de sexta (25).
Agora me digam, dá para aguentar uma coisa dessas? Tanto para se fazer por São Paulo. Tanto para se fazer no próprio Ibirapuera, por seus frequentadores ...
É de políticos assim que precisamos?
O vereador Agnaldo Timóteo (PP) protocolou projeto na última quinta-feira (24/9) que propõe mudar o nome do Parque Ibirapuera para Parque Michael Jackson. Essa é mais uma demonstração de que ele não conhece a cidade de São Paulo.
A reportagem está no Estadão de sexta (25).
Agora me digam, dá para aguentar uma coisa dessas? Tanto para se fazer por São Paulo. Tanto para se fazer no próprio Ibirapuera, por seus frequentadores ...
É de políticos assim que precisamos?
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Baixaria em MS. Isso precisa ser banido da política
Adianta o senhor André Puccinelli pedir desculpas, depois de tudo o que ele disse? E não é porque disse a esse ou àquele ministro. É porque disse. E se disse pensou. E se pensou é porque pensa assim. E ele é o governador do Mato Grosso do Sul. Para estar lá, foi eleito pelo povo!Como está publicado em todos os cantos da mídia, a autoridade máxima de MS chamou o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc de "viado fumador de maconha". E mais: que se Minc participasse da Meia Maratona Internacional do Pantanal, em 11 de outubro, disse, "eu o alcançaria e o estupraria em praça pública". Pode?
Olhem bem esta foto, repassem. Pessoas como ele devem ser banidos da política.
Alguns veículos onde está publicada a reportagem:
Globo.com: Minc rebate Puccinelli 'eu é que sou veado e ele é quem quer me estuprar em praça pública'
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terça-feira, 15 de setembro de 2009
O tema do evento é muito interessante, mas o preço...
A Universidade George Waghington trará ao Brasil os estrategistas que transformaram Barack Obama no fenômeno que todos nós já sabemos. No Brasil, comporão as mesas de debates, nomes como o do ministro Carlos Ayres Britto e do cientista político Antonio Lavareda, que foi consultor da Presidência da República no governo FHC, com a abertura do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab.
Entre outros assuntos, serão discutidas as estratégias políticas em mídias digitais.
Enfim, um importantíssimo evento, mas voltado somente para quem pode. E eu, certamente não estarei nesse grupo de espectadores. Por que? Sabe quanto vai custar um ingresso? Se você não está sentado, por favor sente-se. Cada um deverá desembolsar 4 mil reais. Gostou? Você pode pagar? Então aproveite!
Veja mais informações aqui.
Entre outros assuntos, serão discutidas as estratégias políticas em mídias digitais.
Enfim, um importantíssimo evento, mas voltado somente para quem pode. E eu, certamente não estarei nesse grupo de espectadores. Por que? Sabe quanto vai custar um ingresso? Se você não está sentado, por favor sente-se. Cada um deverá desembolsar 4 mil reais. Gostou? Você pode pagar? Então aproveite!
Veja mais informações aqui.
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
Lan house contribui para a inclusão social

Esse tipo de estabelecimento foi reconhecido como instrumento de integração da sociedade
A Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática (CCTCI) defendeu, nesta quinta-feira (10), o reconhecimento das lan houses como um importante instrumento de inclusão digital e social.
Veja mais no site da ABC Comunicação.
terça-feira, 8 de setembro de 2009
Um filme! Isso é mais do que o PCC imaginava
Produção de R$ 9 milhões trata do ataque do PCC e deve concorrer ao Oscar. Pode?
No dia 2 de outubro estréia nos cinemas o longa-metragem "Salve Geral, o Dia Em Que São Paulo Parou”. O filme vai relembrar os ataques do Primeiro Comando da Capital (PCC), de maio de 2006, contra policiais de São Paulo e agentes penitenciários. Coincidência ou não, foi no dia 2 de outubro de 1992 que acontecia o massacre do Carandiru, uma ação policial que provocou a morte de 111 presos na Casa de Detenção.
Um dia antes, no Fórum Criminal da Barra Funda, em São Paulo, começa o julgamento de Marco Herbas Camacho, o Marcola, e Júlio César de Moraes, o Julinho Carambola.
Os réus, apontados como principais líderes do PCC, são acusados de serem os mandantes do assassinato do juiz-corregedor de presídios de Presidente Prudente, Antônio José Machado Dias, ocorrido em março de 2003.
Estou publicando esta informação para chamar a atenção sobre o filme. Para quê um filme dando destaque para as ações do PCC? Para mostrar que eles são tão importantes que até mereceram um filme? Eu entendo que isso representa mais “munição” para que eles continuem agindo.
Os gastos com a produção foram de R$ 9 milhões. É muito dinheiro. Por que não usar esse dinheiro para ressarcir os que foram prejudicados pelas ações do PCC? Estão falando até que a produção está na lista dos dez que concorrerão ao Oscar de melhor filme estrangeiro. E ainda vão levar isso para fora??? Com que propósito?
Parabéns PCC! Vocês conseguiram até um filme. O resultado saiu melhor que a encomenda.
A reportagem completa está no site da Agência Estado.
No dia 2 de outubro estréia nos cinemas o longa-metragem "Salve Geral, o Dia Em Que São Paulo Parou”. O filme vai relembrar os ataques do Primeiro Comando da Capital (PCC), de maio de 2006, contra policiais de São Paulo e agentes penitenciários. Coincidência ou não, foi no dia 2 de outubro de 1992 que acontecia o massacre do Carandiru, uma ação policial que provocou a morte de 111 presos na Casa de Detenção.
Um dia antes, no Fórum Criminal da Barra Funda, em São Paulo, começa o julgamento de Marco Herbas Camacho, o Marcola, e Júlio César de Moraes, o Julinho Carambola.
Os réus, apontados como principais líderes do PCC, são acusados de serem os mandantes do assassinato do juiz-corregedor de presídios de Presidente Prudente, Antônio José Machado Dias, ocorrido em março de 2003.
Estou publicando esta informação para chamar a atenção sobre o filme. Para quê um filme dando destaque para as ações do PCC? Para mostrar que eles são tão importantes que até mereceram um filme? Eu entendo que isso representa mais “munição” para que eles continuem agindo.
Os gastos com a produção foram de R$ 9 milhões. É muito dinheiro. Por que não usar esse dinheiro para ressarcir os que foram prejudicados pelas ações do PCC? Estão falando até que a produção está na lista dos dez que concorrerão ao Oscar de melhor filme estrangeiro. E ainda vão levar isso para fora??? Com que propósito?
Parabéns PCC! Vocês conseguiram até um filme. O resultado saiu melhor que a encomenda.
A reportagem completa está no site da Agência Estado.
domingo, 23 de agosto de 2009
Ópio alimenta engrenagem da guerra afegã
Este é o título da reportagem que tá na Folha S.Paulo de hoje (23/8). O tráfico de heroína movimenta US$ 5 bilhões ao ano
Tão importante quanto parar de consumir drogas é deixar de contribuir para alimentar a querra afegã, que mata, talvez, a mesma quantidade de pessoas. Como está publicado na Folha, "fora do poder, Taleban fez aliança tática com o tráfico de heroína, que movimenta US$ 5 bilhões ao ano e avança no caos do país".
Aqui vai um trecho da matéria de Igor Gielos, enviado especial a Cabul, pelo jornal.
Zulmai Alzali tem 26 anos e fala confortavelmente numa sala refrigerada no centro de Cabul, envergando um terno marrom e o inglês aprendido nos seus anos de estudo nos EUA. No extremo leste da capital afegã, Farid Ahmad, 33, conversa em um dari sonolento deitado em um colchão num prédio decrépito e com poucas janelas intactas.
Os dois homens têm em comum estarem em pontas distintas do mesmo problema: as drogas no Afeganistão. O país produz 93% da matéria-prima para a heroína, o ópio extraído da papoula, e os estimados US$ 5 bilhões anuais obtidos com o comércio são a principal fonte de financiamento do Taleban.
Alzali é porta-voz do Ministério Antidrogas do Afeganistão. Ahmad, um viciado em ópio que tenta se recuperar numa das três clínicas dedicadas a isso no país, o Nejat Center."O Afeganistão tenta fazer sua parte, vamos tirar a papoula de 22 das 34 Províncias até o fim do ano. Mas não adianta, precisamos de ajuda verdadeira da comunidade internacional. O tráfico é mundial, as máfias são transnacionais, e são vocês que consomem a droga que produzimos", afirma Alzali, tomando o Brasil como parte do dito Ocidente.
Como um capitão Nascimento (de "Tropa de Elite"), ele aponta para os consumidores. "Sem o consumo, não há produção. Mas mesmo assim apenas os EUA e o Reino Unido gastam dinheiro contra as drogas aqui", afirma.De certa forma, a realidade pintada por ele ajuda a jogar Ahmad para as bordas da sectária sociedade afegã. Este é um país religioso, e o Corão não proíbe a produção de drogas, apenas seu consumo. Se já é um pária entre os seus, Ahmad acaba sendo esquecido por formuladores de políticas como Alzali como uma espécie de dano colateral do problema.
A ONU estima em 150 mil os usuários de ópio, que é fumado, e em 50 mil os de heroína, que é injetada. Isso perfaz expressivo 1,5% da população afegã -a média de usuários de opiáceos no Brasil é de 0,5%.
O resto você pode ler no jornal impresso ou na web, em conteúdo fechado.
Tão importante quanto parar de consumir drogas é deixar de contribuir para alimentar a querra afegã, que mata, talvez, a mesma quantidade de pessoas. Como está publicado na Folha, "fora do poder, Taleban fez aliança tática com o tráfico de heroína, que movimenta US$ 5 bilhões ao ano e avança no caos do país".
Aqui vai um trecho da matéria de Igor Gielos, enviado especial a Cabul, pelo jornal.
Zulmai Alzali tem 26 anos e fala confortavelmente numa sala refrigerada no centro de Cabul, envergando um terno marrom e o inglês aprendido nos seus anos de estudo nos EUA. No extremo leste da capital afegã, Farid Ahmad, 33, conversa em um dari sonolento deitado em um colchão num prédio decrépito e com poucas janelas intactas.
Os dois homens têm em comum estarem em pontas distintas do mesmo problema: as drogas no Afeganistão. O país produz 93% da matéria-prima para a heroína, o ópio extraído da papoula, e os estimados US$ 5 bilhões anuais obtidos com o comércio são a principal fonte de financiamento do Taleban.
Alzali é porta-voz do Ministério Antidrogas do Afeganistão. Ahmad, um viciado em ópio que tenta se recuperar numa das três clínicas dedicadas a isso no país, o Nejat Center."O Afeganistão tenta fazer sua parte, vamos tirar a papoula de 22 das 34 Províncias até o fim do ano. Mas não adianta, precisamos de ajuda verdadeira da comunidade internacional. O tráfico é mundial, as máfias são transnacionais, e são vocês que consomem a droga que produzimos", afirma Alzali, tomando o Brasil como parte do dito Ocidente.
Como um capitão Nascimento (de "Tropa de Elite"), ele aponta para os consumidores. "Sem o consumo, não há produção. Mas mesmo assim apenas os EUA e o Reino Unido gastam dinheiro contra as drogas aqui", afirma.De certa forma, a realidade pintada por ele ajuda a jogar Ahmad para as bordas da sectária sociedade afegã. Este é um país religioso, e o Corão não proíbe a produção de drogas, apenas seu consumo. Se já é um pária entre os seus, Ahmad acaba sendo esquecido por formuladores de políticas como Alzali como uma espécie de dano colateral do problema.
A ONU estima em 150 mil os usuários de ópio, que é fumado, e em 50 mil os de heroína, que é injetada. Isso perfaz expressivo 1,5% da população afegã -a média de usuários de opiáceos no Brasil é de 0,5%.
O resto você pode ler no jornal impresso ou na web, em conteúdo fechado.
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